Meu blog onde vou escrever tudo que me der vontade.
Então galera. Como não posso escrever depoimentos para mim mesmo no Orkut pois dizem ser agocentrismo demasiado um amigo recomendou-me criar um blog. Aqui vou escrever o que eu achar interessante ou simplismente dar CtrlC CtrlV em outras coisas que eu ler e achar interessantes, desde de literatura a política, de leis a músicas.
Tecnologías de Información y participación social
quinta-feira, 10 de maio de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
quarta-feira, 11 de abril de 2012
sábado, 9 de julho de 2011
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Estudantes recupam terreno da sede da UPES
Estudantes ocuparam o terreno que abrigava a sede da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (Upes), na manhã desta quarta-feira (29), para que o espaço seja mantido. Na última terça-feira (28), uma incorporadora que havia comprado o terreno recebeu o direito de posse. Mas os jovens lutam para que o lugar continue servindo aos estudantes.
De acordo com a União Paranaense dos Estudantes (UPE), o terreno – localizado na Rua Marechal Mallet, no bairro Juvevê – foi vendido de forma irregular por um valor muito abaixo do praticado no mercado. Em 2009, uma manifestação reuniu mais de 100 estudantes que acamparam no terreno para impedir que o local fosse ocupado pela incorporadora. O diretor da UPE, Allyson Bordi de Oliveira, lembra que eles foram tratados com violência. “Vários estudantes ficaram feridos”.
Agora, a UPES está mobilizando estudantes de várias escolas para se juntarem ao protesto, que novamente luta para que a sede continue como está. Eles pretendem acampar no terreno por tempo indeterminado. “A decisão de dar a posse para a incorporadora foi arbitrária. Vamos entrar com recurso para tentar reverter essa situação”, afirma Oliveira.
O diretor da entidade salienta a importância histórica da sede, que tem 65 anos de fundação. O terreno tem 286 metros quadrados. “É um patrimônio histórico e político que tem um valor imaterial. Esse lugar pertence a todos os estudantes do Paraná”.
domingo, 19 de junho de 2011
UMES, Maringá pede 10% do PIB na Educação
Entre as várias metas do Plano Nacional de Educação (PNE) em discussão no Congresso Nacional está o aumento progressivo dos investimentos públicos em educação até atingirem 7% do PIB.
Considerando outras metas do PNE proposto, entre elas a universalização da educação dos 4 aos 17 anos, a conclusão do ensino fundamental para todos e o atendimento, na educação infantil, de 50% das crianças de até a três anos de idade, uma regra de três simples indica que seriam necessários outros 2% a 3% do PIB. Finalmente, para cumprir as outras muitas metas propostas, inclusive para a educação superior, precisaríamos de recursos da ordem de 10% do PIB ou mais.
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| Estudantes de Maringá pedindo por 10% do PIB investido na educação |
Para chegar a investimentos dessa monta precisaríamos adicionar ao setor educacional uma quantidade de recursos equivalente ao crescimento médio do PIB em um único ano. Fracionando esse acréscimo durante alguns anos, teríamos, no fim de uma década, uma escola pública valorizada, professores remunerados adequadamente, estudantes bem atendidos. E tudo isso para sempre, já que a atual taxa de natalidade não prevê um grande aumento do contingente de crianças e jovens.
melhora ocorrida nos últimos anos, entre os recordistas mundiais.
Fonte: Otaviano Helene e Lighia B. Horodynski-Matsushigue / Correio Braziliense
segunda-feira, 18 de abril de 2011
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